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Em 2026, as tendências de moda em jaquetas passaram por uma transformação abrangente. Impulsionadas por três grandes correntes sociais — desenvolvimento sustentável, igualdade de gênero e integração de cenários — quatro palavras-chave centrais emergiram: materiais ecológicos, design unissex, funcionalidade leve e sobreposição de camadas. Os limites entre roupas masculinas e femininas tornaram-se cada vez mais difusos. As jaquetas evoluíram de simples peças externas de aquecimento, com finalidade única, para itens versáteis de estilo que combinam moda, funcionalidade e expressão emocional, influenciando profundamente a direção do design na indústria da moda e nas escolhas dos consumidores.

Materiais ecológicos ganharam destaque, tornando-se um elemento central no design de jaquetas e um importante reflexo da sustentabilidade do setor. De acordo com os dados mais recentes da POP Trend Network, em 2026, a atenção do mercado para jaquetas de couro ecológico aumentou 68% em relação ao ano anterior. O couro animal tradicional está sendo gradualmente substituído por materiais ecológicos, e a taxa de utilização de tecidos sustentáveis — como couro reciclado, poliuretano (PU) ecológico, nylon reciclado e algodão orgânico — aumentou significativamente. Entre as marcas internacionais, a Stella McCartney lançou uma linha completa de jaquetas de couro reciclado feitas com PU à base de plantas, oferecendo uma textura comparável à do couro genuíno, além de maior durabilidade e resistência ao desgaste, alinhando-se tanto aos conceitos ambientais quanto às tendências de moda. As marcas nacionais também estão acelerando sua atuação: a Anta lançou jaquetas de trabalho em nylon reciclado produzidas a partir de garrafas plásticas recicladas, reduzindo a pegada de carbono em 40% em comparação com materiais tradicionais, alcançando assim tanto valor ecológico quanto funcional. Além disso, tecidos encerados, misturas naturais de lã e outros materiais ecológicos são amplamente utilizados no design de jaquetas. A coleção colaborativa entre MAX&Co. e RÆBURN emprega tecidos encerados com propriedades repelentes à água, combinando textura vintage com características ecológicas, tornando-se itens populares no mercado.
Os estilos unissex dominam o mercado, com jaquetas adequadas tanto para homens quanto para mulheres tornando-se best-sellers padrão, marcando uma tendência proeminente para a temporada de outono/inverno de 2026. Com a popularização da igualdade de gênero, a 'desgênerização' das roupas tornou-se um tema em alta na indústria, e a demanda de mercado por jaquetas unissex aumentou 62% em relação ao ano anterior em 2026. Silhuetas unissex levemente largas, em formato H, simples e sem decorações tornaram-se predominantes, acomodando diversas formas corporais e preferências estéticas, ao mesmo tempo em que rompem os limites tradicionais de design entre jaquetas masculinas e femininas. As jaquetas de tricô tornaram-se um representante dos estilos unissex, confeccionadas em tecidos amigáveis à pele, como misturas de lã e misturas de seda gelada, predominantemente em cores neutras de baixa saturação. Creme, cinza claro e aveia tornaram-se opções populares; usadas por homens, transmitem limpeza e suavidade, enquanto, usadas por mulheres, conferem elegância e vivacidade. Os detalhes em ribana no colarinho e nos punhos melhoram o caimento, e conjuntos para casais na mesma paleta de cores tornaram-se uma ferramenta importante para as marcas expandirem seu mercado, sendo altamente valorizados pela Geração Z. Além disso, jaquetas curtas de trabalho e jaquetas funcionais leves, como peças unissex, com sua vantagem de serem 'sem gênero e adequadas a todos os cenários', tornaram-se a escolha preferida pelos consumidores jovens.

O estilo funcional leve continua ganhando popularidade, e as cenas ao ar livre e urbanas estão profundamente integradas para atender às diversas necessidades dos consumidores. Com o desvanecimento das fronteiras entre os ambientes de vida e os requisitos dos consumidores quanto à adaptabilidade do casaco ao contexto, surgiram os casacos de "função leve", que equilibram perfeitamente a funcionalidade para atividades ao ar livre com a estética da moda urbana. Em 2026, marcas de luxo como Loewe e Fendi lançarão casacos leves de alto desempenho, utilizando tecidos técnicos leves, à prova de vento e impermeáveis, com silhuetas simples e detalhamento refinado, podendo ser combinados com calças de terno para o deslocamento diário durante a semana e, nos fins de semana, usados com calças tácticas ao ar livre, alcançando assim o valor prático de "vestir várias peças em uma só". As marcas esportivas reforçaram ainda mais os detalhes funcionais: a versão atualizada do Define Jacket da Lululemon incorporou um barra ajustável e recortes para os polegares, adaptando-se tanto à prática esportiva quanto ao uso diário; o Victory Jacket da FILA é confeccionado em tecido GORE-TEX, que equilibra impermeabilidade, transpirabilidade e textura fashion, tornando-se um referencial no estilo crossover. Marcas nacionais de produtos para atividades ao ar livre, como Pathfinder e Boxihe, também lançaram casacos funcionais leves, acessíveis e eficazes, conquistando rapidamente o mercado de massa.
A cultura de sobreposição é prevalente, e a jaqueta tornou-se o item central do styling, promovendo a diversificação das formas de usá-la. Em 2026, a sobreposição se tornará a forma dominante de usar jaquetas, que serão elevadas de "peças externas" para "esqueletos de styling", permitindo que diferentes camadas internas desbloqueiem uma variedade de estilos. O grupo Cityboy adota "andarilho urbano" como palavra-chave para se vestir, colocando um colete leve de algodão e linho sobre a jaqueta MA-1, com frente curta e costas longas, além de um recorte nas costuras laterais para criar um efeito de três camadas em queda, sem volume excessivo; os adeptos do estilo retrô utilizam coletes nômades, bolsas militares desgastadas e jaquetas grossas, seguindo a regra das três cores — "60% da cor principal, 10% da cor de destaque e 30% da cor neutra" — para alcançar o equilíbrio perfeito entre retrô e moda. Jaquetas curtas cáqui da Uniqlo, jaquetas curtas Define da Lululemon e outros itens, com seus silhuetas bem definidas e atributos versáteis, tornaram-se bases "universais" para sobreposição, combináveis com camisas, peças de tricô, moletons e outras roupas internas, atendendo às necessidades de deslocamentos diários, encontros sociais, atividades ao ar livre e outros cenários.
Em termos de detalhes de design, a jaqueta de 2026 será popular no estilo "minimalista + microdetalhes", abandonando decorações complexas e concentrando-se no caimento e no próprio tecido. O modelo curto (até a cintura) torna-se uma ferramenta de destaque que alonga visualmente as proporções do corpo; designs como a ampliação da linha dos ombros e o modelamento da cintura otimizam a silhueta corporal e adaptam-se a consumidores com diferentes tipos de corpo; detalhes como zíperes metálicos, botões desgastados e fechos canelados reforçam tanto a textura do produto quanto sua praticidade. Em termos de cores, prevalecem tons neutros de baixa saturação (cáqui, cinza claro, off-white, verde militar), enquanto cores de alta saturação (vermelho-alaranjado, azul royal) são utilizadas apenas como elementos de acabamento, o que está alinhado à atual tendência estética de "discreto e sofisticado". Especialistas do setor preveem que o mercado de jaquetas para o outono/inverno de 2026 apresentará um padrão de "estilos diversificados, integração funcional e prioridade à sustentabilidade", e a demanda dos consumidores por "mais uma peça e uso duradouro" impulsionará o desenvolvimento sustentável do setor na direção da alta qualidade e do alto valor.
Notícias Quentes2026-03-06
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